Pedro Celeste: "O lado bom da IA"

A propósito das tensões geopolíticas que se vão conhecendo em várias partes do globo, um artigo recente do Jornal de Negócios prognosticava que, em breve, pode haver armas em que é o algoritmo quem decide se um humano vive ou morre, onde e quando.

Sem querer minimizar ou desvalorizar essa hipótese, este artigo tem o intuito de olhar para a outra face da moeda, seja numa lógica empresarial ou social. Naquilo que poderia ser uma sequência lógica das reflexões resultantes de uma conferência da ONU, intitulada AI For Good, no passado mês de maio.

Artigo completo disponível na Renascença