André Azevedo Alves: "A ilusão monetária e a austeridade doce"
Imagine-se que, em vez de promover cortes temporários concentrados nos salários e pensões de valor mais elevado e que pouparam a população com menores rendimentos, o governo liderado por Pedro Passos Coelho tinha decidido aplicar um corte permanente de cerca de 10% em todos os salários e pensões, sem excepção. Conforme discutido recentemente na Rádio Observador, nesse cenário, no período da “troika”, quantos não teriam saído à rua?
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