Valorizar quem cuida: o cuidador informal em foco

A 3 de dezembro comemora-se a nível mundial, e em Portugal em particular, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. A efeméride realiza-se desde 1992 e foi criada pela Organização das Nações Unidas com o intuito de sensibilizar para uma maior compreensão sobre a deficiência e promover a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas, traduzindo-se numa inclusão mais efetiva na vida política, social, económica e cultural.

Como é normal nestas ocasiões, multiplicam-se - e muito bem, diga-se – inúmeros artigos, textos, reportagens e debates que terão como tema central a pessoa com deficiência. Ora, como médico de família que sou, lembrei-me de trazer aqui hoje para a ribalta outra personagem: o cuidador. Mais especificamente o cuidador informal. Não que o cuidador formal, normalmente uma pessoa com formação e contratada para a prestação de cuidados, não mereça distinção, mas hoje o super-herói é a pessoa com estreita relação com o dependente e que assume que cuidar terá uma relevância dominante na sua vida. 

Artigo completo disponível no Sapo online.