Um dia com D. Manuel Clemente. "Tornei-me caixeiro-viajante”

A missa de domingo, na Igreja de São Pedro, em Torres Vedras, acabou há poucos minutos. D. Manuel Clemente despede-se dos fiéis que, naquela manhã chuvosa e fria, não deixaram lugares vazios na celebração das 9h. 

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Em 2023, quando deixou de estar à frente do Patriarcado de Lisboa e se tornou Patriarca Emérito, D. Manuel Clemente pensou que teria mais tempo para se dedicar aos estudos – os longos anos de professor na Universidade Católica e a investigação na área da História da Igreja sempre o apaixonaram. Não tem, porém, conseguido cumprir este objetivo, assume. “Até ao verão de 2023, tinha um estabelecimento que era a diocese de Lisboa. Daí para cá, tornei-me caixeiro-viajante”, conta, entre risos. “Respondo a pedidos que me fazem de todo o lado, para encontros, retiros, recoleções, conferências. Onde me pedem e eu possa ir, vou respondendo, e quando não estou lá, estou a preparar o que lá vou fazer.”

Artigo completo disponível na Renascença

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