Tiago Luís: "Mudar o algoritmo implica mudar o chip"
A inteligência artificial generativa, sendo uma das tecnologias mais transformadoras do nosso tempo, tem um traço disruptivo, cujo impacto, paradoxalmente, está pouco presente na discussão. Pela primeira vez, qualquer pessoa — e não apenas especialistas em dados ou tecnologia — tem nas suas mãos o potencial da inteligência artificial, por esta utilizar linguagem natural.
Esta acessibilidade revolucionária coloca as organizações perante um desafio competitivo ao qual têm, urgentemente, de dar resposta: como podem tirar partido de uma tecnologia que se democratiza a uma velocidade nunca vista, e cujo impacto é função da forma como as equipas pensam, colaboram, experimentam e aprendem?
Artigo completo disponível no Observador.
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