Sínodo. “São necessárias respostas, ainda que respostas experimentais”
José Eduardo Borges de Pinho, elemento da Equipa Sinodal da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), alerta, em entrevista à Renascença e à Agência Ecclesia, para a necessidade de “medidas concretas” a curto prazo na sequência do processo sinodal.
Citando o texto-base que orientará os trabalhos da segunda sessão da XVI Assembleia Geral Ordinária, programada de 2 a 27 de outubro, o professor jubilado da Universidade Católica afirma que “sem medidas concretas, corre-se o risco de o processo sinodal não se explicitar, crescer e desenvolver-se”, podendo mesmo “criar desalento em muitas pessoas”.
Artigo completo disponível na Renascença.
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