Sílvia Almeida: "Espelho, espelho meu, há alguém mais inteligente do que eu?"
Em 2023, investigadores de Harvard, Wharton e MIT testaram 758 consultores da Boston Consulting Group com e sem acesso ao GPT-4. O resultado surpreendeu: melhoria média de 40% na qualidade do trabalho. Nessa altura, a grande questão a responder era "a IA funciona?".
Com este estudo, a resposta era claramente sim. Mas havia um sinal subtil nos dados que também merecia atenção: os consultores com pior desempenho base melhoraram cerca de 43%; os de topo, apenas 17%. A utilização de inteligência artificial generativa nivelou o campo. Democratizou a competência técnica. E deslocou silenciosamente a questão central. Afinal, se esta nova ferramenta reduz as diferenças individuais, o que é que verdadeiramente distingue as pessoas e as equipas?
Artigo completo disponível na Renascença.
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