Sérgio Vasques: " O mito da anestesia fiscal"

Mais um ano, mais um orçamento. Os dias ficam curtos, as árvores perdem a folha, às ruas volta a queixa de que se trocam impostos directos por indirectos para melhor anestesiar os contribuintes. É Outono. A habilidade, parece, está em passar o peso dos impostos sobre o rendimento, mais sentidos por quem os paga, para os impostos sobre o consumo, sempre escondidos nos preços.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do jornal de Negócios de 24 de novembro de 2023.