Rosário Pinto Correia: "Keep it simple!"
Todos somos, mesmo que não o reconheçamos, puxados em varias direções por várias marcas que falam connosco ininterruptamente e com as mais variadas e atraentes promessas. Levar as pessoas a fazer aquilo que as marcas querem que elas façam. É esta a essência do trabalho dos marketeers. E, dito assim, parece mesmo simples!
Mas se pensarmos em tudo o que tem de ser decidido para que este processo de manipulação funcione... a história complica-se! Conhecer as pessoas com quem falamos e o que de facto querem. Encontrar o que lhes podemos dizer para que escolham a nossa marca versus todas as outras em que podem aplicar os seus recursos ... ou como os podemos levar a querer o que nem sonhavam que queriam; Saber até onde podemos levar a marca, para que a promessa formulada seja entregue.
Garantir que o que prometemos não esteja para lá daquilo que define (e limita) a marca aos olhos das pessoas a quem nos dirigimos. Ter noção de até onde a podemos alterar para chegar mais perto do que as pessoas possam querer ... sem deixar de ser quem é; Perceber como podemos gerir todas as interações das pessoas com a marca, que a recordação que dela fica e a satisfação que do seu uso decorra seja otimizada. Sabendo que estas interações podem ser objetivas ou subjetivas, de performance, de serviço ou apenas de afeto, diretas ou indiretas, totalmente controláveis ou menos controláveis ...
Cruzar os recursos de que dispomos com as variadíssimas necessidades de utilização que encontramos quando procuramos caminhos. Ter a capacidade de selecionar os caminhos que maior efeito produzem sobre a rentabilidade da marca e a eles afetar os recursos. Já não é pouco. Agora, somemos a tudo isto a necessidade de fazer chegar a mensagem que escolhemos às pessoas que queremos puxar para nós. E é aqui que a simplicidade tem de ser rainha!
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Categorias: Católica Lisbon School of Business & Economics