Rosário Pinto Correia: "...E as crianças, senhor?"
Escrevemos, dizemos, acreditamos. E tentamos viver com a máxima esperança de que, de facto, um dia, vai ficar tudo bem.
Mas o esperado e não desejado regresso da força desta pandemia mina de forma dissimulada, mas decidida esta nossa esperança, esta confiança que a todo o custo queremos ter num futuro em que fique tudo bem.
Muito se tem falado sobre a falta de trabalho que assola muitos de nós (e a consequente falta de recursos para fazer face aos mínimos necessários para sobreviver de forma digna), bem como sobre a preocupação com a sustentabilidade de muitas das empresas (micro, pequenas, medias e até grandes) decorrente da quebra de atividade sentida. E muitas medidas têm sido sugeridas - e apresentadas, debatidas, aplaudidas, rejeitadas, ... - para combater esta falta de recursos materiais que certamente nos vão assolar. Hoje escrevo sobre um outro nível de preocupação, que me tem estado latente ao longo de toda esta pandemia, e que agora, no reinício do ano letivo, se torna absolutamente presente e preocupante - O QUE ACONTECE DENTRO DAS CABEÇAS DE TODOS, MAS SOBRETUDO DOS MAIS JOVENS!
Fomos obrigados a transformar os nossos processos de compra, com alteração da forma como vamos ao supermercado ou farmácia para os mais corajosos, ou o recurso ao mercado online para a maioria de nós. Vimos os nossos filhos e os nossos amigos com funções de ensino a entrar abruptamente num esquema de ensino à distância, com todos os desafios que daí decorreram - nomeadamente as condições físicas para o poder fazer com um mínimo de condições.
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Categorias: Católica Lisbon School of Business & Economics