Ricardo Tomé: "TV vs streaming e a (des)sincronização social"

Se há tema permanente e presente no ecossistema digital quer do ponto de vista de campanhas publicitárias, motores de busca, ecossistemas em rede, consumo de conteúdos ou ecommerce é a personalização. Mas, para além do já debatido efeito “bolha” (onde a dada altura ficamos retidos apenas em temas que conhecemos, sem descobrir para além desses), decorre um outro pertinente de adicionar: a dessincronização.

Sincronização social

Futebol. Concertos. Festivais. Eventos de Premiação. Jogos Olímpicos. Casamentos/Funerais/Homenagens. Cobertura noticiosa de grandes eventos... Estes são apenas alguns exemplos de conteúdos que a generalidade do público prefere ver em direto. Uma das razões é óbvia: porque o seu visionamento à posteriori perde interesse. Mas existe outra, que é o poder da sincronização social. Embora esta necessidade (poderemos discutir este ponto, opinião pessoal minha) seja nata ao ser humano, conseguiu obter da televisão um potenciador. Mas já antes obtínhamos o mesmo com outros momentos de sincronização social.

Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa da Meios & Publicidade de 7 de abril de 2023.