Ricardo Tomé: "Streaming meaning"
A década que há pouco terminou foi pródiga e disruptiva no tema. Só para lembrar algumas datas: o Netflix lançou a sua versão streaming em 2010; pessoalmente estava na RTP no projeto que, em 2011, lançou o RTP Play; idem na TVI quando lançámos o TVI Player em 2015; antes disso, em 2012, a Zon oferecia as gravações automáticas com a nova box Íris; em 2020, a SIC lançou o Opto. No panorama de streaming, contudo, outro serviço já havia, mas continuava a ser visto como outsider nesta luta de plataformas de uma nova TV: estávamos em 2005, no Dia dos Namorados, e três jovens lançavam o YouTube.
Convém refletir sobre o que é o streaming. Isto pode parecer redundante, quando estamos em 2023 e parece já toda a gente saber o que é o streaming. Mas, se olharmos à nossa volta e fizermos o exercício de perguntar às várias pessoas que consomem vídeo, iremos notar que o consenso é ainda difícil de obter. Alguém poderá julgar que uma plataforma de BVOD (como TVI Player, RTP Play ou Opto) não são puros streaming, mas sim o Netlix ou a Amazon Prime; outros discordarão. Que a DAZN/Eleven Sports e a Sport TV são apenas canais de desporto, e outros discordam, anotando as suas poderosas apps de streaming.
Nota: Pode ler o conteúdo na íntegra na edição da Revista Meios & Publicidade de 22 de setembro.
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