Ricardo Tomé: "Sabe qual é a melhor amiga do algoritmo?"
Num dia normal, terminamos o mesmo tendo referido a palavra “algoritmo” algumas dezenas de vezes. Debatemo-nos com as contas e as lógicas tentando entender (entre o limite do desespero e o entusiasmo do desafio) como jogar o jogo a nosso favor. Mas um bom exercício é colocarmo-nos, não deste lado, mas do lado das plataformas e percebermos como fazer o algoritmo funcionar. A resposta à questão deste texto é breve e segue dentro de momentos. Mas comecemos pelo básico: um algoritmo precisa de informação. Para o cálculo lógico da atribuição de valor para o qual foi programado deve obrigatoriamente obter indicadores. São esses que depois terá em conta e entrarão na célebre equação mágica e desconhecida. É com base nesses que sairá um output (mostra A em vez de B).
Então podemos assumir (de uma forma simplista, perdoem-me os experts pela heresia de tentar em três mil caracteres falar de um tema tão complexo) que nenhum algoritmo pode ser bom nas recomendações se se basear em pouca informação. O outro problema logo imediatamente a seguir é basear-se em má informação.
Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa da Revista Meios & Publicidade no dia 3 de junho de 2022.
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