A prevalência do desinvestimento negocial

Todos os dias os noticiários e debates servem-nos atualidade na mesma pauta, falam-nos de: estratégias, táticas e operações militares;  violações de direitos de soberania e humanitários; migrações maciças das populações; baixas bilaterais; atrocidades e crimes de guerra; reforço armamentista e de contingentes militares; solidariedade das nações; apoios em milhares de milhões de dólares e de euros; fluxos sempre em crescendo de sanções económicas e financeiras; e, na espuma dos dias, das reconquistas de território, da mobilização de reservistas e dos ardilosos referendos independentistas. Fóruns ‘bola de cristal’ alimentam o espetro da ameaça nuclear. Paira sobre os europeus a apreensão crescente de gélido inverno e da estagflação das economias, e as moedas enfraquecem e a inflação já a pagamos e ganha raiz.

Nos comentários ouvimos a miúde que as guerras são táticas que servem o exercício da diplomacia que trilhará a senda das negociações. Porém, sobre pensamento negocial muitíssimo pouco se concretizou e sete meses de desgraça são corridos. 

Artigo completo disponível no Jornal Económico.