Philippe Starck: “Não existe génio. Toda a gente pode inventar, criar”

“Pessoas excecionais não existem”. Philippe Starck, 77 anos, alguém a quem muitos reconhecem génio, com projetos assinados em hotéis e restaurantes, autor de uma cápsula espacial ou de objetos que se tornaram parte do quotidiano para marcas tão distintas quanto a Ducati, Kartell, Alessi, Baccarat ou a portuguesa Delta, pode contrariar a ideia. “Toda a gente é um génio. Toda a gente é excecional”, diz.

O nome – Starck – é uma marca registada, o seu estilo algo que se percebe numa cadeira tanto quanto numa mota, uma cápsula espacial ou uma lancha. Todos esses objetos – pequenos e grandes – já viveram na sua cabeça. Philippe Starck é um dos nomes mais importantes do design atual, escolheu Portugal para viver há 12 anos, e é o centro de uma exposição, The Duty of Creativity, que está até março na Universidade Católica, em Lisboa. Esta sexta-feira será também aqui que receberá o título de Doutor Honoris Causa.

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