Pedro Celeste: "China: da “fábrica do mundo” ao laboratório e à marca"

Os dados de crescimento do PIB per capita real de vários países, entre 2000 e 2025, medida em paridade do poder de compra, isto é, tendo em consideração o incremento do custo de vida, coloca a China num lugar de destaque absoluto, com um aumento acumulado de 518%.

Este indicador, por si só, não explica tudo, mas é um excelente ponto de partida para compreender a profundidade da transformação económica chinesa e o seu impacto no mercado global, na tecnologia, no comércio internacional e, mais recentemente, na inteligência artificial.

Durante as últimas duas décadas, a China deixou de ser apenas “a fábrica do mundo” para se afirmar como um mercado interno gigantesco, sofisticado e cada vez mais orientado para gerar valor acrescentado.

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