Pedro Celeste: "A artificialidade da inteligência"

Já não escapa a ninguém o peso e importância que a inteligência artificial (IA) vai tendo no domínio empresarial, independentemente da área de negócio. Basta termos explorado recentemente o ChatGPT, sobretudo na sua última versão (4), para compreendermos a dimensão das suas possibilidades, ao alcance de todos nós.

É por isso que se deve colocar a questão sobre até que ponto estamos a lidar com uma ameaça ou oportunidade. E a resposta é dupla: ambas. Se, por um lado, irá contribuir para nos munir de conhecimento, de acesso rápido e cada vez mais completo, por outro, é o agente catalisador do declínio acelerado de algumas profissões ou formas de gerir modelos de negócio.

Artigo completo disponível na Renascença.