Pedro Braga de Carvalho: "O açúcar negro da Venezuela"

No dia 3 de janeiro deste ano, numa residência de duvidoso bom gosto em Mar-a-Lago, na Flórida, estava esfuziante o nosso Donald Trump. Nas sugestivas palavras de David French, no seu artigo Trump Is Unleashing Forces Beyond His Control do The New York Times, o inquilino presidencial da Casa Branca parecia estar numa explosão de hiperatividade, apenas comparável àquelas que vemos nas crianças, logo após a ingestão indevida de grandes quantidades de açúcar (na expressão inglesa, para a qual não encontro uma boa tradução, o “sugar high”).

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do jornal Público de 11 de janeiro de 2026.