Paulo Oom: "Aprender Medicina com pessoas e para pessoas"
Ensinar Medicina hoje vai muito para além dos livros e das aulas teóricas. Os alunos precisam de colocar em prática aquilo que lhes é ensinado. Neste contexto, a simulação desempenha um papel crucial no ensino da Medicina. Ela permite que os estudantes pratiquem sem colocar em risco quem está doente. Este método não apenas aumenta a confiança dos futuros médicos, mas também melhora a retenção de conhecimento e a capacidade de lidar com situações de grande stresse, preparando-os melhor para quando estiverem à frente do seu primeiro doente.
A utilização de doentes no ensino médico é considerada fundamental e recomendada numa fase precoce da formação médica. No entanto, a utilização de doentes reais levanta muitos problemas, relacionados com a sua privacidade, segurança e principalmente conforto, por serem pessoas em situação de grande fragilidade.
Artigo completo disponível no Jornal de Notícias.
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