"Os programas de inscrição aberta funcionam como ferramenta de fidelização"

Que principais desafios enfrenta a formação de executivos em Portugal?

O primeiro desafio foi resultante da pandemia. Antes, as empresas tinham um plano de formação muito estruturado; com o contexto pandémico, teve de se repensar o que fazer online ou presencialmente, o que resultou em mais decisões num curto espaço de tempo, complicando em termos de gestão, dos professores, das empresas, das salas… O segundo desafio – e também por causa da pandemia – prende-se com a expansão da quantidade de opções.

Se, antes deste período, havia programas abertos ou customizados, quase todos presenciais, atualmente, existem várias opções: desde o presencial, passando pelo online, até ao híbrido. Para o cliente é ótimo, porque resulta numa maior liberdade de escolha, no entanto, para os formadores, implica uma maior logística.

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