O Portugal do passado à mesa dos cravos

Faz hoje oito dias, a avenida da Liberdade era um mar de cravos, os noticiários começavam a sublinhar a quase unanimidade das reacções ao discurso do Presidente da República, na cerimónia solene do 25 de Abril na Assembleia da República. O discurso de Marcelo Rebelo de Sousa foi uma magnífica peça de oratória em defesa da memória histórica. Elogiado à esquerda e à direita, Marcelo chamou para a mesa dos cravos o Portugal do passado, lembrando que os militares que fizeram a guerra colonial foram os mesmos que fizeram o 25 de Abril.

O magazine dos domingos começa com uma pergunta dirigida aos comentadores-residentes , o sociólogo e professor do ISCTE Paulo Pedroso e a professora de Ciências da Comunicação e Comunicação Política da Universidade Católica de Lisboa, Rita Figueiras : o que é que torna diferente este discurso ao qual ninguém ficou indiferente?

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