O coração ganhou espaço na ciência portuguesa dos anos 90
Hipertensão, transplantes arteriais e novas formas de tratar a fibrilhação auricular colocaram a saúde cardiovascular em destaque entre os trabalhos distinguidos pelos Prémios Pfizer durante a década. O galardão, a que o Expresso se associa como media partner, volta a ser atribuído este ano, na sua 70ª edição
Quando os anos 90 começaram, Jorge Polónia e a sua equipa procuravam perceber de que forma é que a hipertensão se refletia na estrutura e no funcionamento do coração. O trabalho, distinguido com o segundo Prémio Pfizer de Investigação em 1990, comparou o ventrículo esquerdo de pessoas sedentárias com e sem hipertensão, numa área a que o médico e investigador viria a dedicar grande parte da sua carreira.
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Alexandre Castro-Caldas voltou também a ser distinguido em 1999, 25 anos depois de ter integrado a equipa premiada pelo trabalho “Para uma semiologia cerebral não invasiva”. É uma das figuras mais reconhecidas das neurociências portuguesas que continua hoje ligado à investigação e ao ensino como professor catedrático convidado da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa.
Artigo completo disponível no Expresso.
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