"Não somos tidos nem achados, mas sofremos as consequências das decisões dos outros". Diante da guerra e da crise, como contrariar a desesperança global?
“São tempos difíceis”, de facto, que obrigam todos a estar alerta e prevenidos — “mas também não podemos desesperar e perder a esperança”, defende Luís Lóia, numa viagem à história do mundo, da Europa e de Portugal para trazer exemplos de reconstrução e perseverança perante o caos: “estas crises que nos aparecem são fatores de mudança e de oportunidade, de reconversão e de reorientação de vidas”.
Numa altura em que a ideologia fica em segundo plano, a reconstrução da comunidade pode fundar-se na justiça entre as relações e na capacidade de regressar à empatia (mas isso também pode não ser suficiente), conta o professor e especialista em Filosofia Social e Política, numa conversa alargada sobre o que se passa em Portugal e no mundo — e do significado da luta entre blocos de poder.
Artigo completo disponível na RTP Notícias.
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