Marta Lima: "O fim do "middle management" como o conhecemos"
Há uma “conversa difícil” que continua a ser adiada nas organizações portuguesas e nas europeias em geral: o que vão as organizações fazer com os gestores intermédios. Durante décadas, esse nível foi a espinha dorsal das empresas. Coube-lhe traduzir a estratégia da direção em tarefas concretas, garantir que a informação fluía, manter a coerência entre o que se decidia na liderança de topo e o que acontecia no terreno. Cumpriu esse papel durante muito tempo. E cumpriu-o bem. O problema é que o contexto que justificava esse papel mudou radicalmente - e as organizações, em grande parte, ainda não perceberam.
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 24 de abril de 2026.
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