Mariana Barbosa: "Será o surf um passaporte para a integração?"

A atualidade mostra-nos realidades angustiantes, somam-se notícias de vidas interrompidas pela guerra, do aumento do discurso de ódio e da radicalização, violentando valores como os preconizados por Jacques Delors. Recordamos com nostalgia aquela convicção de que havíamos aprendido com os erros do passado e que alguns dos aspetos mais sombrios da história da humanidade jamais se iriam repetir.

Os media têm um papel fundamental na consciencialização dos cidadãos de que os fenómenos que levaram Hannah Arendt a alertar-nos para a banalidade do mal continuarão a existir enquanto existirem seres humanos: de que a linha que separa o bem do mal atravessa o coração de cada um de nós; de que cabe a cada um de nós a responsabilidade de tomar, a cada dia, a decisão de fazer o bem e de recusar ser perpetrador ou conivente com o mal.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Público de 1 de junho de 2024.