Maria Estarreja: "O futuro do retalho é digital e sustentável"
Estamos cada vez mais com uma maior predisposição para investir no nosso bem-estar. É sabido, hoje, que dois em cada três portugueses estão dispostos a investir entre 10% e 50% do seu rendimento no seu bem-estar e que procuraram, ao mesmo tempo, investir em produtos com produção sustentável, principalmente se estiverem nas categorias de higiene pessoal, alimentar ou do setor automóvel. Estes resultados, que foram averiguados num estudo recente do Center for Consumer Well-being & Retail innovation, da CATÓLICA-LISBON, a mais de mil portugueses, permitem-nos concluir que a sustentabilidade é um tema premente e de enorme enfoque para produtores, retalhistas e consumidores.
No entanto, existe sempre a questão de quem deverá arcar com o possível custo extra de uma política de produção e distribuição sustentável, e qual a quota-parte que os consumidores estão dispostos a suportar. Ao falarmos de sustentabilidade na produção e no setor do retalho também falamos, inevitavelmente, na sua inovação tecnológica e digitalização.
Artigo completo disponível no Observador.
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