Luis Janeiro: "Aeroporto de Lisboa. Não se pode confundir alhos com bugalhos"

​Em qualquer concessão, pode justificar-se uma renegociação, cujos termos o contrato estabelece (como o caso presente). Não é nenhum drama e pode até ser uma oportunidade para melhorar o objeto do contrato e/ou o seu desempenho.

O costumado (infelizmente) esquecimento dos contratos na esfera das concessões públicas não é um exclusivo nacional. A comparação entre soluções para o novo aeroporto de Lisboa deve ser na mesma base e centrada no contrato de concessão firmado em 2012 entre o Estado Português e a VINCI, o qual obriga as partes até ao ano 2062.

"Make it simple": As cinco orientações-básicas

a) A capacidade aeroportuária de Lisboa tem de aumentar para o patamar 67-70 milhões de passageiros.

 

Artigo completo disponível na Rádio Renascença.