Luís Caeiro: "Um compromisso eleitoral para o combate à corrupção"
A Deloitte acabou de publicar o Corruption and Fraud Survey 2023 que dá a visão dos líderes empresariais portugueses sobre a ocorrência e causas dos fenómenos de fraude e corrupção, no contexto empresarial, e esclarece os mecanismos que estão a ser adotados para mitigar estes riscos. Foram sondadas 137 grandes empresas e PMEs, abrangendo os setores industrial, financeiro, dos bem de consumo, tecnológico e outros.
Os resultados indicam que mais de metade dos inquiridos considera ter havido um aumento ligeiro ou significativo dos casos de fraude, durante o último ano. Só 9% refere que o número de casos diminuiu. Apesar do reconhecimento de que o fenómeno aumentou, apenas 23% dos inquiridos afirma que a sua empresa experimentou algum tipo de fraude ou conduta imprópria, nos últimos dois anos. As ocorrências mais frequentes são os crimes cibernéticos e fraudes tecnológicas (35%), os desvios de fundos e a apropriação indevida de ativos (17%) e o crime financeiro (14%).
Artigo completo disponível na Renascença.
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