Luís Caeiro> "Ética, confiança e coesão social"
As últimas semanas surpreenderam com uma série de revelações que levam a questionar o desempenho dos líderes políticos e o futuro da democracia. Uma empresa financiada por dinheiros públicos despede trabalhadores e reduz salários, ao mesmo tempo que atribui elevadas indemnizações aos administradores. Um ministro que dizia desconhecer a situação consulta o WhatsApp e lembra-se que, afinal, estava informado e tinha aprovado as indemnizações. Uma secretária de Estado ignora a lei das incompatibilidades e propõe-se ir administrar uma empresa que antes tinha apoiado com ajudas do estado. Uma câmara municipal nomeia primeiro o responsável e a seguir abre concurso para preencher o lugar. Um ministro “premeia” com a presidência de uma empresa pública o responsável pela derrapagem orçamental de uma obra a que os auditores internos atribuíram “inconformidades legais”. Esta é só uma parte do rol de casos que envolveram governo e oposição.
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