Leonardo Marques dos Santos: "Os jogos sem fronteiras, um verão sem impostos e atratividade fiscal"

Ao escrever este artigo no final das férias do verão, devo confessar que sinto falta dos Jogos sem Fronteiras. O entusiasmo na voz do Eládio Clímaco a anunciar três pontos para o País de Gales enquanto, agarrados aos nossos sofás, torcíamos pela equipa de Olhão. Ao menos pudemos passar um verão sem impostos! Isto porque o mítico dia da libertação fiscal, a partir do qual deixamos de trabalhar apenas para pagar impostos, já ocorreu em junho.

Aproxima-se agora a rentrée e é tempo de enfrentar a realidade: não tarda estaremos a discutir um novo Orçamento do Estado e, num país de fado e saudade, podemos rapidamente estar a substituir o doce sabor da libertação fiscal pelo gosto amargo de mais impostos.

Artigo completo disponível no Jornal Económico.