Leguminosas e urtigas: Católica lança “semente” para a alimentação do futuro
Há quatro anos que Universidade Católica põe alunos do secundário, e agora também do 9.º ano, a confeccionar aquilo que antevêem ser a comida do futuro. A iniciativa da sua Escola Superior de Biotecnologia voltou a realizar-se, na sexta-feira, 13 de Fevereiro, reunindo cerca de 80 alunos, finalistas que apresentaram 20 propostas. Várias equipas usaram urtigas e houve mais do que uma escola a deitar mão ao que havia nas hortas das famílias.
Paula Castro, da Escola Superior de Biotecnologia, explica ao PÚBLICO que a instituição situada na Foz do Douro “trabalha há muitos anos com as escolas, sobretudo as secundárias” e que, com o concurso “Inventar a Alimentação do Futuro”, os alunos “são desafiados a serem protagonistas da transição alimentar”. E acrescenta: “Para isso, eles exploram [o tema] e provam [com as suas receitas] que os desafios de sustentabilidade ambiental, nutricional e económica podem ser todos agregados no momento de tomar decisões [que se querem] mais responsáveis. É uma semente e este é um desafio que não se esgota num concurso. A ideia é que eles comecem a perceber que não podem olhar só para um critério”, observa.
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do jornal Público de 16 de fevereiro de 2026.
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