José Miguel Sardica: "Um ano que finda…"
A vertigem hipermediatizada do momento não deixa ver o que a história permite decantar, para melhor perspetivar. Em que estado de evolução (ou de involução) do mundo estamos nesta altura? Numa curva ascendente ou descendente? A resposta pende, por ora, para a segunda hipótese.
A trajetória descendente não começou em fevereiro de 2022, com a invasão da Ucrânia pela Rússia. Se escavarmos no tempo, como fazem os arqueólogos, a estratigrafia dos problemas remonta, pelo menos, a 2008, há uma década e meia. A crise capitalista global, soprada dos EUA a partir desse ano, impactou fortemente na Europa, com a crise das dívidas soberanas e os consequentes resgates “austeros”, entre 2010 e 2013.
Artigo completo disponível na Renascença.
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