José Miguel Sardica: "O regresso ao futuro do PSD"
Apesar de já ter votado várias vezes no PSD, não sou, nem nunca fui, militante do partido (aliás, não sou militante de nenhum). Contudo, os rumos da direita portuguesa - ou das direitas - interessam-me, como também me interessam os das esquerdas, sob o ponto de vista de saber os projetos de cada um dos campos ideológicos para o país.
O PSD, ou seja, a direita que era quase toda a direita quando só havia CDS, foi a votos para eleger o 19.º titular da mais importante cadeira da São Caetano à Lapa. A vitória de Luís Montenegro sobre Jorge Moreira da Silva não deixa margem para dúvidas (72,5% contra 27,5%). A sua maioria expressiva assegura-lhe um partido unido, ou pelo menos disciplinado, até às Europeias de 2024, talvez até ao confronto com António Costa (ou com Pedro Nuno Santos) em 2026. O “ríoismo”, se existiu, saiu de cena; mas não é ainda claro se vai haver (ou sequer se é possível haver) “montenegrismo”.
Artigo completo disponível na Rádio Renascença.
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