José Luís Ramos Pinheiro:“Cinco minuts e vem já!”

Não é bom sinal quando os erros se repetem. E disso, no meu caso pessoal, faço penitência.

Há poucos dias reincidi numa falha que me acompanha há vários anos. Parecendo desconhecer que um carro extremamente baixo não é (manifestamente) um todo-o-terreno, voltei a ficar atolado com as rodas traseiras num banco de areia, numa zona isolada do Alentejo.

As acelerações seguintes só agravaram o problema. E as nuvens de areia assim projetada, revelavam apenas o desespero e a impotência de voltar a pôr o carro na estrada da qual nunca devia ter saído.

Artigo completo disponível na Renascença.