José Luís Ramos Pinheiro: "Ucrânia: a China ao virar da esquina?"

O bloqueio económico europeu e americano, essencial para defender a Ucrânia, fechou quase todas as portas para negociações de paz patrocinadas por uma potência ocidental. Sobra a China e pouco mais.

A emergência da China como grande potência diplomática internacional é, provavelmente, uma das poucas saídas para a invasão militar russa da Ucrânia.

O estatuto económico da China é conhecido e o seu poderio militar tido em conta. Porém, falta à China capacidade e estatuto para a intervenção diplomática nas grandes questões internacionais.

Sem mudanças políticas internas no Kremlin e sem o recurso a uma guerra nuclear - que ninguém em seu perfeito juízo pode desejar - resta a mesa das negociações.

Artigo completo disponível na Rádio Renascença.