José Luís Ramos Pinheiro: "Toda a Vida no Presépio!"

Surpreendida por uma gravidez impossível, a mãe aceita o nascimento e decide amar o seu filho.

Incrédulo primeiro, convencido depois, o pai aceita acolher, amar e proteger essa criança.

Pobres e deslocados na altura do nascimento, os pais encontram num estábulo rudimentar, junto dos animais, as condições possíveis para o nascimento do bebé.

Receado pelos mais poderosos, o nascimento desta criança foi saudado pelos mais pobres e simples que por ali andavam, mas também por gente de outras paragens e culturas que vieram de longe para ver o menino e saudar a família. Mais uma surpresa para estes pais que perseguidos na sua terra, acabam posteriormente por fugir para o estrangeiro e abandonar o pouco que tinham.

Artigo completo disponível na Renascença.