José Luís Ramos Pinheiro: "Foi você que pediu um Nobel?"
A ignorância, os insultos, as contradições, a linguagem e a vulgaridade assumidas por Donald Trump a partir da Casa Branca parecem uma história de banda desenhada; daquelas de mau gosto que retratam uma ficção, só ao alcance de uma infatigável imaginação.
É triste ver um presidente de um país como os Estados Unidos descer abaixo dos padrões mínimos de comportamento, para convencer o regime iraniano, que não é flor que se cheire, a reabrir o estreito de Ormuz e a prescindir dos seus projetos nucleares.
Não está em causa o reconhecido carácter criminoso do regime de Teerão. Nem o papel do Irão no financiamento e proteção aos grupos terroristas que sonham com a destruição do Estado de Israel. Nem, muito menos, o direito de Israel se defender de ataques exteriores de vizinhos que não o suportam e que gostariam de erradicar o povo judeu.
Artigo completo disponível na Renascença.
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