Jornadas Mundiais da Juventude, festival ou acontecimento eclesial?

As Jornadas Mundiais da Juventude transportam a marca do pontificado que lhes deu origem. O Papa João Paulo II, influenciado pelo impacto de diversas iniciativas de Taizé, junto da população juvenil, e pela vitalidade dos lugares de peregrinação internacional, encontrou neste dispositivo uma via para a afirmação de um catolicismo visível e desinibido na cena pública.

A este instrumento associou outros, como as suas viagens, que marcaram de forma indelével o espaço público global do final do século XX. Neste contexto, estávamos perante uma lógica de ação contrastante com as tendências próprias de um catolicismo discreto que, de certo modo, tinham marcado o pontificado de Paulo VI.

Artigo completo disponível na Renascença.