João Pinto: "Uma reflexão sobre DEI"
Na Grande Conferência Negócios Sustentabilidade 2030, onde integrei o painel sobre capital humano e diversidade, equidade e inclusão (DED), defendi que esta área é mais do que um pilar social, é um pilar estratégico para a sustentabilidade e competitividade das organizações.
A promoção da diversidade, equidade e inclusão é hoje um fator determinante para atrair, desenvolver e reter talento. Ambientes inclusivos geram maior inovação, melhores decisões e equipas mais resilientes. Já não se trata apenas de “fazer o certo”: trata-se de criar valor a longo prazo. As empresas que investem em políticas nesta área tornam-se naturalmente mais atrativas para candidatos diversos e mais eficazes na retenção dos seus colaboradores. Este fenómeno é particularmente visível entre as novas gerações, para quem o propósito, a autenticidade e o bem-estar passam a ocupar o centro da equação laboral. Ao mesmo tempo, ambientes inclusivos são potenciadores do sentimento de pertença e valorização. As pessoas dão o seu melhor quando se sentem respeitadas, representadas e ouvidas, mas também tratadas com equidade.
Nota: Pode ler este conteúdo na íntegra na edição impressa do jornal de Negócios de 13 de maio de 2025.
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