João César das Neves: "O veneno e o antídoto"

Quantas vezes, perante uma inesperada curva do caminho, um responsável não se viu obrigado a desdizer aquilo que tinha afirmado antes com veemência? Só quem nunca dirigiu uma organização pode atirar a primeira pedra.

Apesar disso, é importante manter a centralidade da coerência, não nas regras práticas e posições pontuais, mas nos princípios fundamentais. A realidade muda muito e exige frequentes golpes de cintura; mas a orientação de fundo e o destino final têm de ser sempre mantidos, sob pena de se perder o rumo. A hegemonia da flexibilidade leva à improvisação oportunista, que destrói os verdadeiros líderes. Incoerência nas atitudes é sempre fatal para um dirigente.

Artigo completo disponível no Link To Leaders.