João Carlos Espada: "O lamentável declínio da leitura"

Recordando o “Colloque Lippmann” de Paris, em 1938, e alertando para o recente declínio do prazer da leitura.

Na quinta-feira 21 de Agosto, a primeira página do Financial Times de Londres continha um título a três colunas (e duas linhas) anunciando: “Two-decade survey tells story of how Americans lost their interest in reading”. Dois dias depois, no FTWeekend de 23/24 de Agosto, o mesmo tema era tratado em Editorial (“The FT View”) sob o título “The lamentable decline of reading” (p. 8).Basicamente, os dois textos citavam um estudo conjunto de investigadores da Universidade da Florida e do University College London segundo o qual “ler por prazer nos EUA declinou em mais de 40% ao longo dos últimos 20 anos.” Por “leitura por prazer” os investigadores entendem a “leitura de livros, jornais ou revistas, impressos ou digitais” , por contraste com as chamadas “redes sociais” ou/e breves vídeos digitais.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 1 de setembro de 2025.