João Borges de Assunção: "A subida dos juros"
Os principais bancos centrais do mundo, a Reserva Federal americana (Fed) e o Banco Central Europeu (BCE), subiram as taxas de juro nas suas últimas reuniões. Para o intervalo de 3,75% a 4% no caso da Fed para a denominada Fed Funds Rate, uma taxa de muito curto prazo. E para 2% no caso do BCE para a sua taxa principal (operações de refinanciamento) também de curto prazo.
No caso dos Estados Unidos a taxa de juro não era tão elevada desde o início da Grande Recessão em dezembro de 2007. Embora, nessa altura, as decisões de política monetária eram no sentido de descida nas taxas de juro devido aos riscos económicos da crise financeira de então. A taxa de juro atual é inferior à média histórica desde 1971, mesmo considerando o extraordinário período de taxas de juros e extremamente baixas desde a crise financeira mundial de 2007/8.
Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa do Jornal de Negócios de 4 de novembro de 2022.
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