João Borges de Assunçao: "Saída airosa"

Jacinda Ardem, a primeira-ministra da Nova Zelândia, anunciou este mês que não se iria candidatar ao cargo nas próximas eleições de outubro. A notícia foi uma surpresa, pelo menos para os observadores distantes e internacionais.

Estamos perante uma governante jovem, com reconhecimento à escala global, e que tinha conseguido trazer o Partido Trabalhista para o poder em 2017 fruto da sua personalidade positiva e contagiante.

O sistema político neozelandês prevê eleições de três em três anos. Na generalidade das democracias as eleições para o executivo ocorrem entre três e cinco anos. A regra de eleições periódicas é um dos elementos-chave da ideia da democracia já que permite aos cidadãos e aos eleitores escolherem com relativa frequência alterações nas principais decisões públicas ou nos seus lideres.

Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa do Jornal de Negócios de 27 de janeiro.