João Borges de Assunção: "Reformar a eleição presidencial"

As eleições presidenciais portuguesas são invulgarmente incertas e tudo indica que haverá uma segunda volta. O elevado número de candidatos, entre 8 e10, e a proximidade nas sondagens entre quatro deles, com um quinto não muito atrás, criam um cenário de fragmentação que desafia qualquer previsão.

A diferença entre o segundo e o terceiro lugar pode ser apenas de décimas percentuais, o que significa que a passagem à segunda volta dependerá de detalhes ou do acaso: mobilização no dia da votação, capacidade de captar voto útil, impacto de um debate televisivo ou uma notícia nefasta na véspera da eleição.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do jornal de Negócios de 12 de dezembro de 2025.