João Borges de Assunção: "Guerra na Europa"

O mundo mudou no dia 24 de fevereiro de 2022 quando a Rússia invadiu a Ucrânia com uma agressão militar infame.

A indignação é geral e tem sido, e bem, manifestada por muitos desde lideres a cidadãos comuns na generalidade dos países do mundo. Todos os dias surgem noticias dos horrores da guerra na Ucrânia que justificam a condenação incondicional da Rússia, do seu governo e das suas forças armadas. No espaço público, um pouco por todo o lado, as palavras de rejeição total da violência militar expressam o sentimento de quase todos.

Os meus sentimentos começaram pela perplexidade, depois o choque e neste momento são dominados pela ansiedade. Pelo medo do que ainda está para vir.

Putin e o governo russo não se limitam a bombardear cobardemente a Ucrânia. Já ameaçaram com referências diretas países como a Estónia, a Letónia, a Lituânia, a Roménia, a Polánia, a Finlândia e a Suécia. E sugeriram que poderiam usar armas de destruição mútua contra adversários indefinidos. Que obviamente são os países da NATO e da União Europeia.

Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa do Jornal de Negócios de 11 de março de 2022.