Isabel Viegas: "Não matemos uma boa ideia!"
Há poucas semanas, num programa de executivos, alguns participantes partilhavam que a sua empresa tinha começado a integrar a participação em projetos como uma forma de desenvolver e reter bons talentos e que essa estava a ser uma experiência muito negativa.
Tentei perceber melhor.
O que se passava era que algumas equipas, por períodos definidos, eram reforçadas por quadros de outras áreas, sem que nada se alterava para além deste movimento: a área de origem reclamava por ficar sem um elemento, a área de projeto sentia que estes colaboradores não eram “seus” na realidade e que os iriam “perder” em breve, pelo que não valia a pena investir muito neles e os colaboradores sentiam-se prejudicados quando iam para os projetos, já que era a área de origem que mantinha a responsabilidade pela sua avaliação, não tendo em conta o desempenho nos projetos.
Artigo completo disponível na Renascença.
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