A inteligência artificial entrou em força na formação executiva e “veio para ficar”

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No espaço de cinco meses, o número de cursos que abordam a inteligência artificial incluídos na base de dados construída pelo PÚBLICO mais do que duplicou – eram seis e são agora 14. Ainda assim, representam pouco mais de 1% da lista de formação pós-graduada na área da gestão e negócios, que totaliza 1245 cursos nesta edição.

O dean da Católica Lisbon School of Business & Economics, Filipe Santos, identifica um momento de viragem no interesse por esta área: o lançamento do chatbot ChatGPT, que baseia as suas interacções em inteligência artificial generativa, no final do ano passado: “Foi a adopção mais rápida de qualquer tecnologia na história da humanidade. Em poucos meses chegou a 100 milhões de utilizadores”. Nas empresas ou nas escolas de negócios, a inteligência artificial “veio para ficar”, sublinha.

Nas principais escolas de negócios, como é o caso da Católica, o tema da inteligência artificial não é novo e há cerca de dez anos que vêm sendo incorporados elementos de data analytics, data science ou técnicas de programação nos currículos dos seus programas. “O que talvez seja novo é o ritmo de aceleração.” Isso contribuiu para um interesse maior por parte do público e necessariamente das empresas em conhecer a tecnologia e os seus usos.

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Nota: Pode ler este conteúdo na íntegra na edição impressa do Jornal Público de 29 de setemebro de 2023.