Inês Quadros: "Obrigada, Gulbenkian!"
Não foi o meu primeiro Concerto de Ano Novo na Gulbenkian, e tenho a sorte de ter assistido ao de Viena há muitos anos com os meus Pais. Mas o que a Gulbenkian nos ofereceu esta semana, a mim e à minha família, e a todos os que estivemos no Grande Auditório, não foi apenas um concerto, foi um vislumbre da eternidade.
As peças foram bem escolhidas e no registo habitual num Concerto de Ano Novo – valsas e polkas de Strauss, árias de óperas de Verdi, Bizet, Puccini, além de Mascagni, Donizetti Giordano e Ponchielli, e, a fechar, o inevitável Danúbio Azul que, no início do ano, não cansa.
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