Gonçalo Saraiva Matias: "O corredor de Azovstal"
A visita de António Guterres a Moscovo foi alvo de chacota durante dias. A fotografia pouco favorecida – cirurgicamente divulgada pela propaganda russa – e o aparente insucesso da negociação levaram muitos a declarar a inutilidade da aparição e, consequentemente, da Organização que secretaria.
Alguns dias depois, com paciência, discrição e determinação, as Nações Unidas, com a Cruz Vermelha Internacional, iniciaram um corredor humanitário para retirar os civis sitiados na fábrica de Azovstal, uma unidade fabril siderúrgica, símbolo do poderio industrial ucraniano e dos últimos focos de resistência na malograda cidade de Mariupol.
Artigo completo disponível no Jornal Económico.
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