Frederico Fezas Vital: "O empreendedor e as armaduras enferrujadas"
Alguns livros são feitos daquela matéria perene, que não se esgota, e que nos incita a revisitá-los, em diferentes fases das nossas vidas. Chamo a esses livros “as minhas cabeceiras”. Porque invariavelmente e com regularidade frequente, ocupam nelas o seu espaço, que lhes pertence. O da cabeceira, e o da minha cabeça.
Um bom amigo relembrou-me, há pouco tempo, de um desses livros que, por isso, voltei a lê-lo. Porque sempre que o li, deixei-o com um sabor agradável de saudade – porque é curto e profundo, e porque a ele apetece voltar. Os grandes livros têm esta capacidade de nos fazer ver e sentir coisas distintas, de cada vez que os acolhemos.
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